Acompanhamento e orientação no envelhecimento e na demência.
Há uma pessoa para além do diagnóstico.
Acompanhamento no domicílio e orientação de famílias e cuidadores, a partir da história, das capacidades e das escolhas de cada pessoa.
Vila Nova de Gaia e Porto · Outras localidades sob consulta
Como pode ajudar?
Encontrar formas de tornar as rotinas mais confortáveis, facilitar a comunicação e apoiar a pessoa a continuar a fazer o que consegue.
As propostas são construídas com a pessoa e com quem cuida, e experimentadas no seu contexto.
O que dá significado ao dia?
Encontrar atividades ligadas à história e aos interesses da pessoa: cuidar de plantas, preparar uma refeição ou voltar a ouvir uma música de que gosta.
Como apoiar sem substituir?
Reconhecer o que a pessoa consegue fazer e ajustar a ajuda: dividir uma tarefa em etapas, dar uma pista ou tempo para tentar, sem fazer por ela o que ainda consegue.
Como facilitar a comunicação?
Usar frases simples, apresentar uma ideia de cada vez e dar tempo para responder. Procurar compreender também os gestos, as expressões e o que a pessoa comunica sem palavras.
Como adaptar o ambiente?
Experimentar pistas visuais, melhorar a iluminação ou escolher objetos mais fáceis de utilizar, para que o espaço ajude a pessoa a orientar-se e a agir com maior autonomia.
Quando surgem dificuldades nos cuidados?
Procurar perceber o que dificulta o banho, o vestir ou outros cuidados — como desconforto, receio ou dificuldade em compreender — e ajustar a forma de ajudar, respeitando o ritmo da pessoa.
Como funciona o acompanhamento?
Quatro passos, construídos com a pessoa e com quem cuida.
Observar
Conhecer a pessoa, ouvir quem cuida e observar as rotinas no seu contexto.
Compreender
Identificar o que é importante para a pessoa e o que facilita ou dificulta o seu dia.
Adaptar
Propor mudanças concretas nos cuidados, na comunicação, no ambiente e nas atividades.
Reavaliar
Perceber o que resultou, acompanhar as mudanças e ajustar as propostas quando necessário.
Paula Silva
Enfermeira desde 2010
Fundadora da ACARIS
Vila Nova de Gaia · Porto
Outras localidades sob consulta
Conhecer quem acompanha.
Sou enfermeira desde 2010, com experiência em psicogeriatria e em cuidados centrados na pessoa, em Portugal e no Reino Unido.
Realizei formação específica em demência no Reino Unido e, mais tarde, aprofundei a abordagem Montessori aplicada à demência através de vários cursos, com foco nas capacidades preservadas, na autonomia e na adaptação do ambiente à pessoa.
Procuro aliar competência profissional, sensibilidade e respeito, para cuidados dignos e verdadeiramente individualizados, sustentados na evidência científica e na atualização contínua dos meus conhecimentos.
O olhar ACARIS e as seis dimensões
A ACARIS nasceu de um olhar para a pessoa como um todo. O nome reúne seis dimensões que orientam o acompanhamento: Autonomia, Capacidades preservadas, Ambiente, Relações, Identidade e Significado.
Referências que orientam a abordagem
Este trabalho inspira-se em referências internacionais como Tom Kitwood e Dawn Brooker, nos cuidados centrados na pessoa; Cameron Camp, na abordagem Montessori aplicada à demência, como referência para a valorização das capacidades preservadas e da participação da pessoa; e Richard Fleming, na criação de ambientes que apoiam a orientação, a autonomia e a participação.
Começar por conhecer.
Nesta fase, a primeira visita é oferecida pela ACARIS.
Um momento para conhecer a pessoa, observar o seu dia a dia e ouvir a família.
Depois da visita, conversamos sobre uma proposta de acompanhamento ajustada às necessidades identificadas, sem compromisso de avançar.
Vamos conversar?
Conte-me o que procura. Podemos esclarecer dúvidas e perceber como a ACARIS pode ajudar.
